Vigilância Epidemiológica

Mudanças no calendário vacinal 2016

Mudanças no calendário vacinal 2016

Os postos de saúde de todo o país já estão com novo calendário de vacinação para 2016. Estão sendo alteradas doses de reforço para vacinas infantis contra meningite e pneumonia, além do esquema vacinal da poliomielite e o número e doses da vacina de HPV, que não será mais necessária a terceira dose. As mudanças, realizadas pelo Ministério da Saúde, começaram a valer a partir dessa segunda-feira (04).

“Essas mudanças são rotineiras. O Calendário Nacional de Vacinação tem mudanças periódicas em função de diferentes contextos. Sempre que temos uma mudança na situação epidemiológica, mudanças nas indicações das vacinas ou incorporação de novas vacinas, fazemos modificações no calendário”, explicou o secretario de Vigilância em Saúde, Antônio Nardi.

Um das principias mudanças é na vacina papiloma vírus humano (HPV). O esquema vacinal passa para duas doses, sendo que a menina deve receber a segunda seis meses após a primeira, deixando de ser necessária a administração da terceira dose.

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Saúde dá início à vacinação da segunda dose contra HPV

Saúde dá início à vacinação da segunda dose contra HPV

 

A partir deste mês de setembro, as meninas de 9 a 11 anos que tomaram a primeira dose da vacina quadrivalente contra Papiloma Vírus Humano (HPV), devem retornar a um posto de vacinação para receber a segunda dose. A vacina protege contra dois subtipos de HPV, doença responsável por 70% dos casos de câncer do colo do útero e a terceira causa de morte de mulheres no Brasil.

Durante entrevista realizada nesta quinta-feira (10) para anunciar o início da vacinação da segunda dose, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, ressaltou a importância da vacina na prevenção contra o câncer do colo do útero. “O Ministério da Saúde convoca os pais, responsáveis, gestores locais, professores e toda a sociedade para divulgar a informação de que a vacina é segura e eficaz”, ressaltou.

A vacina contra o vírus está disponível em 36 mil salas de vacinação espalhadas pelo País. Até agosto, 2,5 milhões de meninas de 9 a 11 anos foram vacinadas contra o HPV. Isso representa 50,4% do público-alvo, formado por 4,9 milhões de meninas nessa faixa-etária.

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Turma 211

Turma 211

Querida turma 211- Para sempre na memória afetiva

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Turma 111

Turma 111

Grande abraço aos alunos do segundo semestre de 2014. – Profa. Sandra Fonseca

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Especialistas esclarecem população sobre casos de malária na região serrana do Rio

Especialistas esclarecem população sobre casos de malária na região serrana do Rio

Foram confirmados casos de malária em indivíduos com histórico de deslocamento para áreas cobertas por Mata Atlântica ou próximas a ela no estado do Rio de Janeiro. São chamados de casos autóctones, cuja transmissão aconteceu nesse período na região serrana do estado do Rio de Janeiro, entre pessoas que visitaram a localidade. Especialistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que atua como referência em malária para a região extra-Amazônica, tranquilizam a população e orientam como profissionais de saúde, moradores e turistas devem agir em caso de suspeita da doença. Eles reforçam que o diagnóstico rápido é fundamental e divulgam o Malária-Fone, serviço disponível para atender profissionais de saúde que precisem de auxílio em casos suspeitos.

A investigação e monitoramento dos casos autóctones da Mata Atlântica do estado do Rio atendidos pelo ambulatório de Doenças Febris Agudas e diagnosticados pelo Serviço de Parasitologia do INI vem sendo feita desde 2008 por estudos com o Laboratório de Pesquisa em Malária e Laboratório de Transmissores de Hematozoários do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), integrantes do Centro de Pesquisa Diagnóstico e Treinamento em Malária da Fiocruz (CPD-Mal).

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Informe sobre a situação da Febre Hemorrágica do Ebola

Informe sobre a situação da Febre Hemorrágica do Ebola

O Núcleo de Vigilância Hospitalar (NVH) do IFF, através da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH),  Comissão de Biossegurança e Núcleo Hospitalar de Epidemiologia (NHE) apresenta informações técnicas sobre a Febre Hemorrágica do Ebola para fins de orientações e ações de vigilância.

A Fiocruz informa que vem trabalhando juntamente com a SVS/MS e que está capacitada para fazer o diagnóstico do vírus  e dar a atenção necessária ao paciente, caso a infecção seja introduzida no Brasil. A unidade da Fundação que estará à frente de uma ação com o paciente é o Instituto Nacional de Infectologia (INI),  unidade hospitalar científica especializada em doenças infecciosas.

 

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Infecção por HIV passa ser de notificação compulsória

Infecção por HIV passa ser de notificação compulsória

Portaria do Ministério da Saúde também torna obrigatória a notificação de acidentes de trabalho, violência sexual e casos graves e óbitos por varicela

Os profissionais de saúde dos serviços públicos e privados deverão, a partir de agora, notificar regularmente às autoridades de saúde os casos de infecção por HIV, a partir da confirmação do diagnóstico. A determinação consta em portaria publicada no Diário Oficial da União, que inclui a infecção por HIV na Lista Nacional de Notificação Compulsória de Doenças, Agravos e Eventos de Saúde Pública. Antes, a obrigatoriedade era restrita aos casos de infecção em gestante, parturiente, puérpera e criança exposta ao risco de transmissão vertical do vírus. A notificação da infecção pelo HIV seguirá os mesmos critérios de sigilo definidos na Lei de Acesso à Informação (12.527/2011). Os profissionais de saúde terão que notificar todos os casos de aids em adultos e crianças, mesmo que tenham sido comunicados anteriormente como infecção pelo HIV. Vale ressaltar que, a partir de agora, terão que ser notificados os portadores por HIV e também as pessoas que vivem com aids.

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Febre Chikungunya: Ministério da Saúde passa a monitorar a doença

Febre Chikungunya: Ministério da Saúde passa a monitorar a doença

O Programa Nacional de Controle da Dengue, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, passa a fazer a vigilância e o controle da febre de chikungunya – doença causada por vírus, que pode infectar humanos por meio da picada do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, e também pelo Aedes albopictus. Originária do Sudeste Asiático e de alguns países da costa Leste Africana, chikungunya é menos grave que a dengue e se caracteriza por febre alta e dores intensas nas articulações de mãos e pés.

A doença só pode ser transmitida pela picada do mosquito infectado. Não há transmissão de uma pessoa para outra. O nome chikungunya significa “aqueles que se dobram” e tem origem no swahili, um dos idiomas oficiais da Tanzânia, onde foi documentada a primeira epidemia da doença, entre 1952 e 1953. Refere-se à aparência curvada dos pacientes que foram atendidos nos serviços de saúde.

No Brasil, os três primeiros casos, todos importados, foram identificados em 2010: dois homens que estiveram na Indonésia – um de 41 anos, do Rio de Janeiro, e outro de 55 anos, de São Paulo; e uma mulher de 25 anos, também de São Paulo, que esteve na Índia. Todos estão recuperados. Os casos foram informados à Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e à Organização Mundial da Saúde (OMS).

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Teste rápido identifica tuberculose

Teste rápido identifica tuberculose

Exame já está incluído no SUS. Cinquenta aparelhos serão distribuídos inicialmente em cinco estados, entre eles o Rio de Janeiro

No Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose, lembrado na segunda-feira, o Ministério da Saúde anunciou a inclusão do teste rápido da doença no Sistema Único de Saúde (SUS). A tecnologia, denominada Gene Xpert, detecta a presença do bacilo causador da tuberculose em duas horas, além de identificar se há resistência ao antibiótico Rifampicina, usado no tratamento da doença.

Ao todo, 50 equipamentos devem ser distribuídos ainda nesta semana aos estados do Amazonas, de Pernambuco, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul e de São Paulo. De acordo com a pasta, até maio, todos os estados brasileiros terão recebido os equipamentos. Ao todo, 160 máquinas devem entrar em funcionamento, com capacidade para realizar 640 mil testes rápidos.

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Encontro debate a vacina contra HPV no país

Encontro debate a vacina contra HPV no país

O assunto, que tem despertado o interesse da sociedade, será tema do próximo Centro de Estudos Miguel Murat da ENSP, no dia 9 de abril, às 14 horas. Na ocasião, a professora do Instituto de Medicina Social da UERJ, Gulnar Azevedo e Silva, e a coordenadora substituta do Programa Nacional de Imunizações da Secretaria de Vigilância Sanitária, Ana Goretti Kalume Maranhão, participarão da mesa Saúde da Mulher: aspectos da vacinação contra o HPV no Brasil.

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