Vigilância Epidemiológica

RAIVA HUMANA – Santa Catarina notifica o primeiro caso em 38 anos

RAIVA HUMANA – Santa Catarina notifica o primeiro caso em 38 anos

“A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde (SUV), da Secretaria de Estado da Saúde (SES), informa que foi confirmado o diagnóstico laboratorial de raiva para o óbito de uma paciente de 58 anos, residente em área rural do município de Gravatal, ocorrido no último sábado (4 de maio de 2019). As amostras, encaminhadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN/SC), foram analisadas pelo Laboratório Instituto Pasteur (IP), em São Paulo.”(Saúde/SC)

Santa Catarina é área controlada para raiva animal no ciclo urbano. As ações da DIVE/SC envolvem a vacinação casa a casa de cães e gatos em um raio de cinco quilômetros a partir da residência da paciente, bem como busca ativa de animais doentes e mortos e orientação a população.” (Saúde/SC)

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Enchentes no Rio de Janeiro – Alerta Leptospirose

Enchentes no Rio de Janeiro – Alerta Leptospirose

Diante do grande volume de chuvas e alagamentos ocorridos na última semana, a Secretaria estadual do Rio de Janeiro e a Coordenação de Vigilância Epidemiológica do Estado emite um documento de alerta aos profissionais e serviços de Saúde sobre a Leptospirose.

O documento alerta sobre a necessidade de inclusão oportuna da Leptospirose na lista de suspeita diagnóstica e de diagnóstico diferencial diante de quadros febris agudos. O período de incubação da doença varia de 2 a 30 dias, com média de 10 dias, justificando a intensificação da Vigilância neste período crítico.

Para definição de caso suspeito, considera-se todo indivíduo com febre de início súbito, cefaleia e mialgia associado a critérios de antecedentes epidemiológicos sugestivos nos últimos 30 dias anteriores à data de início de sintomas. Para mais informações, acesse o documento completo – Alerta Leptospirose / Abril 2019, emitido pela SES-RJ

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SES-MG emite protocolo de orientação ao atendimento às vítimas do desastre ambiental em Brumadinho-MG

SES-MG emite protocolo de orientação ao atendimento às vítimas do desastre ambiental em Brumadinho-MG

A Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais lançou documento de orientação ao atendimento clínico das diversas condições de saúde decorrentes do Rompimento da barragem de Feijão, da Vale, em Brumadinho-MG, no início de 2019.

O documento aborda diversas condições como: Intoxicação por metais pesados (especialmente o ferro), doenças diarreicas agudas (DDA), leptospirose, hepatite A, intoxicações alimentares e outras situações clínicas de interesse consequentes ao desastre ambiental em Brumadinho.

Foto: Felipe Werneck/Ibama.

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Fiocruz apresenta estudos sobre os impactos imediatos do desastre em Brumadinho

Fiocruz apresenta estudos sobre os impactos imediatos do desastre em Brumadinho

Um estudo realizado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que avaliou os impactos imediatos do desastre da mineradora Vale em Brumadinho, alerta para a possibilidade de surtos de doenças infecciosas – dengue, febre amarela e esquistossomose – mudanças no bioma e agravamento de problemas crônicos de saúde, como hipertensão, diabetes e doenças mentais. Mapas construídos pela Instituição permitiram identificar residências e unidades de saúde afetadas, comunidades potencialmente isoladas e as áreas soterradas pela lama.

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Mudanças no calendário vacinal

Mudanças no calendário vacinal

Os postos de saúde de todo o país já estão com novo calendário de vacinação para 2016. Estão sendo alteradas doses de reforço para vacinas infantis contra meningite e pneumonia, além do esquema vacinal da poliomielite e o número e doses da vacina de HPV, que não será mais necessária a terceira dose. As mudanças, realizadas pelo Ministério da Saúde, começaram a valer a partir dessa segunda-feira (04).

“Essas mudanças são rotineiras. O Calendário Nacional de Vacinação tem mudanças periódicas em função de diferentes contextos. Sempre que temos uma mudança na situação epidemiológica, mudanças nas indicações das vacinas ou incorporação de novas vacinas, fazemos modificações no calendário”, explicou o secretario de Vigilância em Saúde, Antônio Nardi.

Um das principias mudanças é na vacina papiloma vírus humano (HPV). O esquema vacinal passa para duas doses, sendo que a menina deve receber a segunda seis meses após a primeira, deixando de ser necessária a administração da terceira dose.

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Saúde dá início à vacinação da segunda dose contra HPV

Saúde dá início à vacinação da segunda dose contra HPV

 

A partir deste mês de setembro, as meninas de 9 a 11 anos que tomaram a primeira dose da vacina quadrivalente contra Papiloma Vírus Humano (HPV), devem retornar a um posto de vacinação para receber a segunda dose. A vacina protege contra dois subtipos de HPV, doença responsável por 70% dos casos de câncer do colo do útero e a terceira causa de morte de mulheres no Brasil.

Durante entrevista realizada nesta quinta-feira (10) para anunciar o início da vacinação da segunda dose, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, ressaltou a importância da vacina na prevenção contra o câncer do colo do útero. “O Ministério da Saúde convoca os pais, responsáveis, gestores locais, professores e toda a sociedade para divulgar a informação de que a vacina é segura e eficaz”, ressaltou.

A vacina contra o vírus está disponível em 36 mil salas de vacinação espalhadas pelo País. Até agosto, 2,5 milhões de meninas de 9 a 11 anos foram vacinadas contra o HPV. Isso representa 50,4% do público-alvo, formado por 4,9 milhões de meninas nessa faixa-etária.

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Turma 211

Turma 211

Querida turma 211- Para sempre na memória afetiva

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Turma 111

Turma 111

Grande abraço aos alunos do segundo semestre de 2014. – Profa. Sandra Fonseca

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Especialistas esclarecem população sobre casos de malária na região serrana do Rio

Especialistas esclarecem população sobre casos de malária na região serrana do Rio

Foram confirmados casos de malária em indivíduos com histórico de deslocamento para áreas cobertas por Mata Atlântica ou próximas a ela no estado do Rio de Janeiro. São chamados de casos autóctones, cuja transmissão aconteceu nesse período na região serrana do estado do Rio de Janeiro, entre pessoas que visitaram a localidade. Especialistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que atua como referência em malária para a região extra-Amazônica, tranquilizam a população e orientam como profissionais de saúde, moradores e turistas devem agir em caso de suspeita da doença. Eles reforçam que o diagnóstico rápido é fundamental e divulgam o Malária-Fone, serviço disponível para atender profissionais de saúde que precisem de auxílio em casos suspeitos.

A investigação e monitoramento dos casos autóctones da Mata Atlântica do estado do Rio atendidos pelo ambulatório de Doenças Febris Agudas e diagnosticados pelo Serviço de Parasitologia do INI vem sendo feita desde 2008 por estudos com o Laboratório de Pesquisa em Malária e Laboratório de Transmissores de Hematozoários do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), integrantes do Centro de Pesquisa Diagnóstico e Treinamento em Malária da Fiocruz (CPD-Mal).

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Informe sobre a situação da Febre Hemorrágica do Ebola

Informe sobre a situação da Febre Hemorrágica do Ebola

O Núcleo de Vigilância Hospitalar (NVH) do IFF, através da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH),  Comissão de Biossegurança e Núcleo Hospitalar de Epidemiologia (NHE) apresenta informações técnicas sobre a Febre Hemorrágica do Ebola para fins de orientações e ações de vigilância.

A Fiocruz informa que vem trabalhando juntamente com a SVS/MS e que está capacitada para fazer o diagnóstico do vírus  e dar a atenção necessária ao paciente, caso a infecção seja introduzida no Brasil. A unidade da Fundação que estará à frente de uma ação com o paciente é o Instituto Nacional de Infectologia (INI),  unidade hospitalar científica especializada em doenças infecciosas.

 

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