Archives

maio 2012

Degradação florestal contribui para transmissão da febre maculosa

Nas regiões norte e sul da zona metropolitana de São Paulo, onde há fragmentos de Mata Atlântica, é possível encontrar uma espécie de carrapato, denominadaAmblyomma aureolatum – conhecida como carrapato amarelo do cão –, que é um dos transmissores da febre maculosa (ou “febre do carrapato”).

Entretanto, enquanto a região sul – compreendida pelos municípios de Diadema, São Bernardo e Santo André – registra desde os anos 1920 um grande número de casos da doença, na região norte – composta pela Serra da Cantareira e os municípios de Mairiporã, Arujá e Nazaré Paulista – não há notificação da zoonose.

Um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP) identificou uma hipótese para explicar a diferença no número de casos da doença entre as duas regiões da cidade.

Os pesquisadores observaram que a ocorrência da febre maculosa está relacionada ao estado de conservação dos fragmentos florestais nas quais está o carrapato transmissor.

As áreas nas quais os fragmentos florestais estão mais conservados e apresentam maior diversidade de espécies de animais, como as da região norte de São Paulo, não apresentam casos da doença. Já em áreas onde a vegetação foi destruída e poucas espécies de animais permaneceram, como na região sul da cidade, há maior incidência de febre maculosa.

Os resultados do estudo, realizado com apoio da Fapesp, foram publicados no periódico Parasitology e irão nortear o controle da febre maculosa na região metropolitana de São Paulo.

(Com Agência Fapesp)

“Resultado de estudo irá nortear o controle da zoonose na região metropolitana de São Paulo. Carrapatos de cães transmitem a doença a humanos”

 

Notícia enviada por: Cora Pichler de Oliveira

Fonte : UOL –  São Paulo

Posts Completos Vigilância Epidemiológica0 comments

Epidemia de Dengue em Niterói

A prefeitura de Niterói informou nesta semana que a cidade enfrenta uma epidemia de Dengue, tal como a cidade do Rio. O número de casos chegou a 398,4 casos por 100.000 habitantes por mês. Quando o número de casos ultrapassam 300/100.000 hab. por mês já é considerada uma epidemia. Já foram notificados 1951 casos da doença e uma morte.

O sorotipo que mais está circulando na cidade é o tipo 4.

A FMS também afirma ter intensificado as operações de combate à proliferação do mosquito. Entre elas, estão as desempenhadas por 500 funcionário que participaram de treinamento para identificar e prevenir focos do inseto.

No município do Rio, já houve 12 mortes e os infectados em 2012 são 59.435. Em todo o estado, já são 76.064 doentes este ano, segundo boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde.

 

Fonte: O Dia online

Vigilância Epidemiológica0 comments

Descargar musica