RAIVA HUMANA – Santa Catarina notifica o primeiro caso em 38 anos

RAIVA HUMANA – Santa Catarina notifica o primeiro caso em 38 anos

“A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde (SUV), da Secretaria de Estado da Saúde (SES), informa que foi confirmado o diagnóstico laboratorial de raiva para o óbito de uma paciente de 58 anos, residente em área rural do município de Gravatal, ocorrido no último sábado (4 de maio de 2019). As amostras, encaminhadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN/SC), foram analisadas pelo Laboratório Instituto Pasteur (IP), em São Paulo.”(Saúde/SC)

Santa Catarina é área controlada para raiva animal no ciclo urbano. As ações da DIVE/SC envolvem a vacinação casa a casa de cães e gatos em um raio de cinco quilômetros a partir da residência da paciente, bem como busca ativa de animais doentes e mortos e orientação a população.” (Saúde/SC)

Raiva humana

A raiva é uma doença transmissível que atinge mamíferos como cães, gatos, bois, cavalos, macacos, morcegos e também o homem, quando a saliva do animal infectado entra em contato com a pele ou mucosa por meio de mordida, arranhão ou lambedura do animal. O vírus ataca o sistema nervoso central, levando à morte após pouco tempo de evolução. A raiva não tem cura estabelecida (há apenas três casos de cura conhecidos no mundo, um deles no Brasil) e a única forma de prevenção é por meio da vacina.

Os mamíferos são os únicos reservatórios do vírus da raiva (RABV). Na cadeia silvestre de transmissão, são de importância epidemiológica os quirópteros como o morcego hematófago Demodus rotundus (foto em destaque), que pode abrigar e transmitir uma das variantes do vírus. (2)

 

 

Da notícia original: http://www.saude.sc.gov.br/index.php/noticias-geral/10628-santa-catarina-registra-primeiro-caso-de-raiva-humana-em-38-anos

2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Guia de vigilância epidemiológica / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. – 6. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2005

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